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LEON DANON
Salvador, Bahia, Brazil
Baiano, que gosta da mulher que ama (um dos últimos sobreviventes), bastante comunicativo, sou formado em Publicidade e Propaganda pela FIB/BA e além disso sou um cara muito romantico, a ponte de escrever poesias...
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

MINHAS VÉIAS LITERÁRIAS












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TECNOFOBIA: O JOÃO UBALDO TEM RAZÃO

Dia de domingo sempre foi sinônimo de ócio. De acordar tarde, tomar café sem pressa, ir à praia com a família e de saber das coisas pelo o jornal, numa leitura mais contemplativa do que preocupante, com as notícias que interferem na vida da gente. No meu caso, leio primeiro a seção cultural e foi lá que me deparei com o Ubaldo e sua fobia, mais precisamente a tecnofobia. Ou seja, pessoas que têm verdadeiro pavor da tecnologia e seus representantes diretos, tais como: computadores, notebook e celulares (aparelhos que estão diretamente ligados a nossa vida), nos deixando doentes. Será esse o mal do novo século?
Na crônica dominical João Ubaldo acredita que sim. Mostra o quanto somos dependentes desses aparelhos. Nesse caso, o celular é o grande vilão dessa loucura tecnológica, e, realmente ele comprova com seus casos pessoais, o grande mal que esse “papagaio de pirata” faz quando se torna indispensável na vida das pessoas.
A tecnologia nessa área de interatividade social desenvolve o importante papel de facilitador da tecnologia de informação e da comunicação. Pois por eles (os aparelhos tecnológicos), principalmente o celular, encurtamos nosso relacionamento e acabamos com qualquer distância. Seja ela qual for, estaremos nos comunicando. Outra coisa bem observada por João é que todo mundo é refém desse aparelhinho infame e ainda mais cheio de recursos (câmera fotográfica, rádio, mp3, internet e etc.) acaba por envolver o individuo com suas opções de multiuso. Na mão de cada cidadão tem um celular e a necessidade de falar com alguém, seja lá qual for o assunto. Aldeia global-celular!
Eu quando li “Tecnologia num boteco do Leblon” no Caderno 2 do jornal A Tarde (Salvador/Bahia) no domingo, dou razão a ele e seus exemplos do vício da tecnologia. É triste pensar numa dependência tão absurda, mas tão necessária, pois o homem é um ser genuinamente sociável e precisa falar pelos cotovelos. Eu mesmo sou um deles, dependente.
Sendo eu publicitário me sinto culpado pela fobia do escritor e membro da Academia Brasileira de Letras, pois é através das minhas ações publicitárias que provoco não só nele (no seu caso, a necessidade de acompanhar a evolução tecnológica: não existe mais maquina de datilografia e sim, o computador. E o telefone agora anda com a gente e se chama celular) como nas pessoas, o desejo de consumo. Quanto mais consumir melhor e se dane as fobias dos outros. Às vezes a publicidade é perversa, sou réu confesso. Um grande mal dessa zorra toda não deixa de ser a tecnologia e sua crescente evolução na velocidade da luz. Pois bem: meu primeiro computador era um humilde presário de 17 Gb de HD – era top de linha de mercado, já o segundo com a capacidade maior, era de 80 Gb e atualmente o notebook da minha patroa tem 350 Gb. Isso sem falar no meu celular que mudou como um verdadeiro camaleão – da novidade das ligações feitas pelo comando de voz até celular de dois chips, aconteceu de tudo: câmera, rádio, mp3 e atualmente TV digital. Como não acompanhar seus benefícios em nome de ilusão efêmera.
Aquele que fica para trás não está na moda, está sem galera e pior, é rotulado de careta. A sociedade de consumo se encarrega de tirá-lo do mapa sem cerimônia.
É seu João você tem razão de achar uma loucura, proceder dessa maneira, dando importância e muito valor a um minúsculo aparelho que chegou à vida dos outros pra ficar e fazer grandes estragos a aqueles que não se deixaram levar por boa lábia publicitária, de que com o celular você pode tudo! Nesse caso, o efeito é contrário e provoca novas fobias, como a tecnofobia que aumenta o índice das pessoas que fogem, mas não conseguem se livrar do perigo, de se vê cercada cada vez mais, pelos os aparelhinhos infernais.
A vida hoje em dia é somente para acompanhar a tecnologia com seus passos largos na direção das novidades de primeiro mundo. O que faz do homem ser um tecnólogo de olhar míope, quando se trata de enxergá-la como sinônimo de moda, ao andar por aí falando ao celular com um aparelho de última geração, num exibicionismo de uma gente subdesenvolvida e não como uma ferramenta puramente de comunicação. Um grande defeito nosso: mostra-se inserido nas modas alheias.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

CRÍTICA DIÁRIA

SOARES: Mestre (Lelé da) - Cuca


COMO MESTRE-CUCA
É MELHOR
ESTREVISTADOR,
COMO ESTREVISTADOR
É MELHOR
HUMORISTA
Autor: Leon Danon

Há muito tempo acho o programa Jô Soares “onze e meia” (Rede Globo e SBT) já naquela época, e atualmente Jô Soares, sua segunda estréia na Globo, um desperdício na programação global. A idéia de fazer um Talk Show é valida, pois somos tão carentes de boas entrevistas em canais abertos. Na verdade estamos resumidos a assistir, no caso da Rede Globo, somente ele já tarde da noite. Ou seja, é muito pouco para a grandiosidade de um canal de televisão e para as organizações de Roberto Marinho.
Jô Soares que uma pessoa inteligente e de uma capacidade intelectual invejável, comete um grande erro no seu programa: a entrevista fica sempre em segundo plano, onde deveria ser (está na proposta do programa) o foco principal. Muitas entrevistas perdem o teor e acabam tirando o interesse daqueles que esperam do entrevistador uma simples entrevista, com respostas (sem interrupção) do entrevistado.
Sabemos que a criatividade nos dias atuais faz a diferença em todas as áreas, principalmente na televisão e suas diversas formas de cativar os telespectadores. No caso do programa do Jô a idéia não poderia ser melhor ao misturar humor com entrevista. Isto é, “pitadas de humor” não sendo, na sua maioria, como prato principal servido ao público. Infelizmente isso acontece e prejudica o seu andamento sob o comando do Jô. Em outras palavras, ele cobra o escanteio e vai pra cabecear.
Recentemente Ana Maria Braga do "Mais Você", esteve com Jô para uma entrevista dos seus 10 anos de programa. Sucesso absoluto nas manhãs de todas as donas-de-casa e com estrondosa audiência. Pois bem, era pra ser uma “senhora” entrevista, a ser exploradas nos mais diversos assuntos nessa sua década de Rede Globo. Seria dois blocos repletos de informações sobre aquela que é exemplo de mulher, de profissional e superação, haja visto, que conseguiu vencer uma doença que poucos tem êxitos. A expectativa de saber mais sobre Ana e o “Mais Você” não passou da chamada de Jô Soares no intervalo do jornal da Globo na última edição.
No inicio da entrevista Jô Soares não deixou que Ana Maria explicasse melhor sobre o livro do Mais Você 10 anos, que tem entre muitas novidades, 10 receitas por cada ano de apresentação do programa, ou seja, 100 receitas testadas e aprovadas por ela. Receitas essas, que estão na mesa daqueles apreciadores da boa comida. Um dos mais fortes quadros apresentados no Mais Você: a Culinária.
No bloco seguinte o entrevistador quis “inventar” humoristicamente uma das situações de Ana Maria: a preparação de um prato.

videoassista ao vídeo

Fato este que deixou a apresentadora surpresa com tal absurdo: um estranho na cozinha. Depois de botar as luvas (de limpeza, conforme observou Ana) Jô Soares partiu para os ingredientes: carne, carne moída, língua de vaca (sem tratar), azeite de oliva, flores, gelo seco, somrrisal e uma uva simbolizando a cereja em cima do bolo. Um desastre gastronômico e uma ofensa a gastronomia que Ana Maria em seu programa fez questão de mostrar sua importância num concurso de Mestre Cuca.
Ficou para mim, para o público do programa Mais Você e para aqueles que gostam de saborear um bom prato, que Jô Soares pesou na mão ao querer “brincar” com dos quadros de mais audiência em Ana Maria. Ridicularizou menosprezando a apresentadora e seus inúmeros seguidores da sua culinária que continua em alta nesses 10 anos de programa. O Mais Você não precisa disso. Uma brincadeira de mau gosto.
Assim, estou certo em concordar que como mestre-cuca é melhor entrevistador e como entrevistador é melhor humorista. Acho que o humor ganharia muito mais se ele voltasse a fazer o seu programa de humor “Viva o Gordo”.
É de suma importância que um dos mestres sagrados do humor reveja sua postura no campo jornalístico – humorista não é jornalista, pois suas brincadeiras de humor fora de hora, acaba por muitas vezes manchando a reputação de quem faz um programa de entrevista (a exemplo de Marília Gabriela entre outros) dentro dos padrões convencionais. Seria interessante nosso querido Jô Soares ser menos auto-suficiente (seu jeito de saber de tudo) e deixar o entrevistado ter o que falar ao seu público, interessado em saber um pouco mais da sua vida pública e profissional.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

NOVO BLOG: BLOG ESQUIZÓIDES URBANU`S



A idéia é de uma dupla infernal: o desenhista e publicitário Leon Danon, o "Pato Manco" e do radialista e poeta Paulo Gomes, o "Kraniometalico", amigos e colegas da boa época de molecagem juvenil na escola secundária e fundadores e militantes de um atuante grêmio estudantil, lá nos anos 80. Nessa época e cenário criaram também dois jornais que circularam com grande sucesso o “Folha do Estudante” (formato tradicional) e a “A BUFFA” de temática reflexiva, mas que tinha o humor como tempero, alías como mandava o bom receituário do velho e bom "Pasquim" de Ziraldo e Jaguar. Portanto espírito jornalístico e anarquista de ser e de saber brincar com essa zorra toda não falta aos dois.


ACESSEM:

O BLOG: http://www.esquizoidesurbanus.blogspot.com/

O ORKUT: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=as&uid=17671295496853005360


em breve no TWITTER para seguir nossos passos. Aguardem!!!!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

MINHAS VÉIAS LITERÁRIAS



AGUARDEM!
O BLOG ESQUIZÓIDES URBANU`S

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

MINHAS VÉIAS LITERÁRIAS


UM FUTURO PROMISSOR

Gostaria de apresentar ao mercado publicitário, Caio Brandão. Estudante de publicidade pela FIB/ESTÁCIO da Bahia, onde já mostra que potencial para desenvolver peças publicitárias conceituais e de grande impacto. Futuro publicitário de linhagem inovadora. Baiano que nasceu? Não, estreou fazendo sucesso, sendo vencedor do concurso “Criação da Identidade Visual - Cidade em Cena”– Mostra de arte 2009.
A peça desenvolvida por ele teve harmonia, criatividade, ousadia, inovação, equilíbrio, uniformidade. E estava dentro dos princípios estéticos de avaliação do COART - Coordenação de Cultura e Arte da Cidade do Saber.
O cartaz tem como base um liquidificador, onde sugestiona mistura. Mistura que unifica todas as coisas envolvidas nesse processo. Nesse caso, as artes que são desenvolvidas no Projeto Cidade em Cena.
Carlos Eduardo Quirino Brandão, ou simplesmente Caio Brandão também é aluno de aluno de Dança de Salão da Cidade do Saber em Camaçari, Bahia, Brasil.
Seja logo um de nós: PUBLICITÁRIO. O mercado te espera contente.

sábado, 24 de outubro de 2009

MINHAS VÉIAS LITERÁRIAS

ARTIGO QUE SAIU NO JORNAL A TARDE DA CIDADE
DE SALVADOR/BA EM 23/10/2009 (sexta-feira)
SOBRE O ABANDONO DO PODER PÚBLICO
A PRAÇA DE VINÍCIUS DE MORAES NO BAIRRO DE ITAPUÃ









































sexta-feira, 23 de outubro de 2009

MINHAS VÉIAS LITERÁRIAS


RIO 2016: UMA OLIMPIÁDA E UMA DÍVIDA
Autor: Leon Danon

Realmente é louvável o Rio de Janeiro ser o único representante da América latina, no que diz respeito à olimpíada. Ainda mais, sendo uma cidade bonita por natureza. Temos o Cristo Redentor, o bondinho do Pão de Açúcar, as praias de Copacabana e Ipanema entre outras, além de ter bairros famosos como o da Tijuca e o do Leblon, que volta e meia aparece numa novela de Manoel Carlos – um dos muitos personagens ilustres da cidade. Isso sem contar nas belas mulheres cariocas. Como esquecer nossa garota de Ipanema?
O Rio de Janeiro é rico em pré-quesitos para fazer um evento de grande porte como esse. Somos uma gente bronzeada, cheia de valor e de um grande calor humano, para oferecer aos “gringos” desfazendo a impressão que no Brasil só existe índio, caipirinha, futebol, carnaval e Pelé, no âmbito das coisas boas, é claro.
Em 2016 haverá no Brasil uma hiper, mega valorização em todos os campos: do vendedor ambulante – o menor beneficiado desse efeito em cadeia – até os grandes empresários e suas empresas. É uma oportunidade de ouro para fazer bons negócios sem muito esforço. Seremos uma imensa vitrine com seus produtos e os preços lá em cima. Ou seja, por menos de cinqüenta reais na saí um chaveirinho da famosa olimpíada com jeitinho carioca.
Os investimentos previstos para logo mais, já no inicio do próximo ano, será de R$ 11,39 bilhões fazendo um total de R$ 23,23 bilhões em infra-estrutura até 2016. Desse valor, R$ 11,835 bilhões serão aproveitados além da olimpíada e R$ 2,002 bilhões nos portos e aeroportos fluminense. Esta aplicação de capitais será rateado entre o Estado que será responsável por menos de R$ 1 bilhão, enquanto o restante deverá ser repartido pelos governos federal e municipal e pela iniciativa privada. Por esse montante aplicado poderemos imaginar o tom das negociatas. Haverá muita coisa que vai aparecer dentro do pacote “RIO 2016” que terminará em pizza, como toda CPI. Empresários, empreiteiras e políticos farão lobby para aproveitar da grana investida para tecer a mais bela cortina, a ponto de não deixar transparecer ainda mais, a fama que no país só tem corrupção, insegurança, políticos sujos e artimanhas com o dinheiro público. O Rio de Janeiro será o palco dessa política desqualificada que envergonha tanto lá fora o Brasil.
Enquanto se divulga a beleza que será a olimpíada no Rio de janeiro, em meio à alegria e o reconhecimento merecido de entrar na seleta cúpula do esporte mundial. Nós, os “brazucas camaradas”, arcaremos com todos os ônus para botar a cidade ainda mais bonita, maravilhosa e encantadora. De qualquer maneira vai mexer com o nosso bolso. Pagaremos pela alta de preço no período em que estaremos no monte Olimpo tupiniquim.
Enquanto isso, nossos colegas de mundo em Chicago, não se deixaram iludir e muitos foram contra a realização de uma olimpíada nos Estados Unidos. Já prevendo uma recessão mais intensa no período olímpico, já que os americanos atravessam uma oscilação na economia, em particular na indústria automobilística do país. Onde já houve demissões em massa na General Motors e a Ford por conta da globalização no setor. A instabilidade compromete a vida econômica da sociedade e recaí sobre ela, o ônus de botar nos eixos a forte e estável economia americana.
De certo não faltarão campos de trabalho para deixar tudo conforme a solicitação do comitê olímpico internacional (COI), para a realização da olimpíada. Um evento como esse vai necessitar de uma infra-estrutura de grande porte e o número de emprego crescerá na construção civil, serviços imobiliários, hotelaria, transporte entre outros. Isto é, a frente de trabalho terá um impulso de 120 mil empregos diretos e indiretos e mais 130 mil empregos anuais até 2027, numa previsão de bons momentos na economia brasileira. Teremos a oportunidade de diminuir um pouco o desemprego sempre crescente no país.
Uma pergunta que não quer se calar: Terá o Brasil suporte para enfrentar uma olimpíada? Vejamos:
SEGURANÇA: Em matéria de segurança, o Rio de Janeiro sofre de uma insegurança crônica. O índice da violência urbana assusta e compromete a imagem, a infra-estrutura e o investimento internacional que terá de ser feito na cidade maravilhosa. Como evitar o rótulo pejorativo de cidade violenta, além da desconfiança estrangeira em nossa segurança. O problema maior nessa área é provar que somos competentes de fazer eventos seguros, tão seguros que serão capazes de mudar as notícias negativas que se alastram na imprensa.
PLANEJAMENTO: É importante falar que as dificuldades não serão pequenas, pois passado a olimpíada 2016 voltaremos à mesma situação que aconteceu na época do Pan Americano. Prédios, vilas esportivas e estádios poucos usados ou abandonados (nossa tradição é basicamente o futebol – não praticamos muitas modalidades dos esportes olímpicos) pela questão da falta de planejamento que é fundamental para que haja uma organização na sua infra-estrutura. A falta de um planejamento bem feito implica em termos de referencia do país no mundo esportivo internacional.
POLÍTICA: Sendo o Brasil um país de uma política impar, pois não existe outra senão a nossa. A política da impunidade. Vamos o emplacar novos escândalos com tanto “investimentos olímpicos”. O político brasileiro na sua maioria não pode ver dinheiro fácil, pois procura tirar logo sua parte e encher em seus paraísos fiscais com grandes cifras e a sociedade que espere acontecer à olimpíada “RIO 2016” e torça pelo país anfitrião enchendo de audiência a Rede Globo de televisão (outra empresa privada a ser beneficiada), como se fosse um bom negócio torcer pelo Brasil em ganhar medalhas diante da TV. À boa política é aquela que o dinheiro chega fácil não interessa como.
O grande devedor desse capítulo olímpico é povo brasileiro que vai comprar ingresso “teleguiado” por uma propaganda carregada de eufemismo sobre nossas aventuras e desventuras olímpicas. O Brasil vai ganhar notoriedade internacional, seu presidente vai receber as honras e nos, apenas noticiado como uma torcida maravilhosa!
Por mais medalha que tiver nosso Brasil, ele continuará o mesmo: na miséria, na injustiça e no preconceito de todas as cores e raças. Violência com violência, mortes em série, impunidade, política incrédula... São dividas eternas que não tem evento esportivo que melhore a situação.